leitura integrada do DF
20 eixos
O radar organiza temas por cadência: demografia, economia, trabalho e habitação pedem revisão anual ou trimestral; segurança, mobilidade, saúde e mídia pedem acompanhamento frequente; tendências digitais exigem leitura mensal, sempre com checagem em fonte confiável antes de virar pauta.
uso editorial: pauta, programação, branded content, social, Globoplay e inteligência comercial
novos estudos IPEDF
2026
O radar passa a acompanhar estudos recém-publicados como Perfil dos Apostadores no DF, Panorama da Violência contra a Mulher e Felicidade no Distrito Federal. Eles abrem frentes de dinheiro, juventude, comportamento, segurança e bem-estar.
ver uso editorial
- Apostadores: conectar bets, renda extra, endividamento jovem, trabalho informal e saúde mental.
- Violência contra a mulher: atualizar a seção mulher e orientar serviço, proteção e jornalismo de contexto.
- Felicidade no DF: alimentar comportamento, solidão, família, religião, território e qualidade de vida.
fonte: IPEDF, divulgações 2025-2026
fase 0: dados que bloqueiam publicação
14 pedidos
DADO + HIPÓTESE A agenda formal identifica lacunas de conceito, universo, período, território ou tabela primária que ainda impedem transformar afirmações em indicadores fechados. A contagem foi refeita item a item; esperança de vida, alfabetização e renda do idoso seguem resolvidas em fonte pública.
ver pedidos prioritários
- IPEDF: deslocamento pendular; percentual de pets; tabela do VAB por atividade; microdados do censo da população em situação de rua; distribuição atualizada de postos de trabalho por RA.
- ANTT: linhas semiurbanas interestaduais entre DF e Goiás.
- LaSUS/FAU-UnB: metodologia e cenário da série térmica e da projeção para 2070.
- Sedes-DF: ocupação das vagas, motivos de recusa e trajetória de quem aceitou acolhimento.
- MDHC + IPEDF: conciliação entre 3.521 pessoas no censo presencial e 7.924 nos registros administrativos.
- SES-DF/DIVEP: série recente de suicídio por sexo, idade e RA.
- SSP-DF: relatórios e microdados da PVD; desenho da pesquisa de 2026; série de CVLI por RA.
- Semob-DF: fluxo diário medido da Rodoviária do Plano Piloto, com método e ano.
fonte: Prisma DF, Pedidos formais de dados, versão atualizada em outubro de 2026
dados que melhoram os dossiês
14 pedidos
As solicitações desta faixa não impedem a leitura atual, mas territorializam resultados e fecham superlativos ainda rebaixados.
ver agenda
- Reconciliar Censo e PDAD-A em religião e obter desemprego PED por RA.
- Completar a série histórica de casas e extrair o ranking de internet entre idosos no plano tabular/SIDRA.
- Medir portas de trabalho para pessoas em situação de rua e arborização por RA.
- Abrir golpes contra idosos, mortalidade masculina, atenção primária, divisão modal e inadimplência por renda ou território.
- Formalizar a divergência SSP/FBSP/SIM e abrir metrô por dia e horário e novas centralidades do PDOT.
interlocutores: IPEDF, IBGE, Sedes-DF, Novacap, PCDF, SES-DF, Semob e Fecomércio-DF
dados e parcerias que abrem pautas
6 + 6
São seis pedidos de dados que abrem pautas e seis parcerias editoriais mapeadas. Juntos, podem produzir informação inédita sobre apostas, concentração de renda, desigualdade ajustada, prejuízo de golpes, risco de motociclistas, terra produtiva, mobilidade, medo, cultura e clima urbano.
ver oportunidades
- Microdados de apostadores; renda do 1% mais rico; IDHM ajustado à desigualdade.
- Prejuízo financeiro de idosos e mortes no trânsito com recorte de motos e trabalho por aplicativo.
- Oferta, preço e estoque de lotes industriais e comerciais da Terracap, para testar a pauta sobre o custo de crescer no DF.
- Parcerias com Inesc/MIIS, Andrew Renninger/CASA-UCL, Arthur Trindade/UnB, Marcelo Durante/UFV, JLeiva/Datafolha, Departamento de Estatística da UnB e LaSUS/FAU-UnB.
fonte: Prisma DF, Pedidos formais de dados, outubro de 2026
trânsito como violência letal
DADO nacional O Atlas da Violência 2026 aponta 37.150 mortes no trânsito no Brasil em 2024; motocicletas respondem por 41,6% dos óbitos viários. A pauta conecta mobilidade, trabalho precário, economia de aplicativos e segurança.
ver ponte editorial
Motoboys e entregadores permitem cruzar tempo, renda, risco, plataforma, periferia e cuidado familiar. No DF, o próximo passo é abrir o recorte local por tipo de vítima, território, horário e relação com trabalho.
fonte: Ipea/FBSP, Atlas da Violência 2026; cruzar com Detran-DF, DER-DF e Semob-DF
1. demografia
Acompanhar crescimento populacional, novas RAs, envelhecimento, migração, densidade, arranjos familiares e pessoas vivendo sozinhas. O cruzamento com moradia e renda ajuda a revelar novos territórios de consumo e serviço.
fontes: IBGE, IPEDF, PDAD e PNAD Contínua
2. economia
Monitorar PIB, renda, inflação local, consumo, endividamento, crédito e empregos. O ponto avançado é separar a economia institucional de Brasília da economia cotidiana das RAs, do comércio local e dos serviços de bairro.
fontes: IBGE, Banco Central, Fecomércio, Sebrae, CNC e CNI
3. trabalho
Concursos seguem fortes, mas devem ser lidos junto com home office, informalidade, renda extra, IA e creator economy. O DF pode ser acompanhado como território de estabilidade e, ao mesmo tempo, de requalificação.
fontes: Ministério do Trabalho, Caged, PNAD e Sebrae
4. habitação
Aluguel, compra de imóveis, verticalização, novos bairros e apartamentos explicam rotina, pets, delivery, vizinhança, deslocamento e sensação de pertencimento. O dado de apartamentos deve entrar como chave de comportamento.
fontes: Secovi, FipeZap, IPEDF e ADEMI
5. mobilidade
Tempo médio de deslocamento, metrô, ônibus, bicicleta, aplicativos e congestionamentos devem ser tratados como experiência diária. O recorte por origem e destino entre RAs é mais útil do que a média geral.
fontes: Detran-DF, Semob-DF, DER-DF, Waze e Google Mobility
6. saúde
Saúde mental, ansiedade, depressão, obesidade, vacinação e expectativa de vida devem ser cruzadas com idade, alimentação, trabalho, deslocamento e acesso ao SUS. O tema rende serviço, prevenção e séries de utilidade pública.
fontes: Ministério da Saúde, SES-DF, Fiocruz e Vigitel
7. diversidade
Mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+, povos indígenas e imigrantes precisam aparecer como recortes de acesso, vulnerabilidade, representação e pertencimento. O alerta sobre LGBTfobia pede atualização contínua.
fontes: IBGE, MDHC, MPDFT, Correio Braziliense, Antra e ABGLT
8. segurança
Homicídios, violência doméstica, feminicídio, LGBTfobia, crimes digitais e sensação de segurança devem ser analisados em conjunto. Queda de homicídios não elimina medo, subnotificação ou desigualdade territorial.
fontes: SSP-DF, Fórum Brasileiro de Segurança Pública e MPDFT
9. educação
Escolaridade alta é ativo do DF, mas o radar deve acompanhar evasão, ensino técnico, Enem, universidades, comunicação social e requalificação. O ponto editorial é ligar formação a futuro, concursos e novas competências.
fontes: MEC, Inep, Enem, UnB, IESB e Universidade Católica de Brasília
10. cultura
Música, cinema, festivais, quadrilhas, carnaval, gastronomia e economia criativa devem ser mapeados por circulação e território. O foco é revelar produção local para além dos grandes equipamentos culturais.
fontes: Secult-DF, Ancine e Ministério da Cultura
11. turismo
Visitantes, turismo cívico, gastronomia e eventos ajudam a diferenciar Brasília como destino institucional do DF como experiência urbana. A agenda de eventos pode indicar picos de circulação e oportunidades comerciais.
fontes: Setur-DF e Embratur
12. meio ambiente
Qualidade do ar, seca, chuvas, Cerrado e incêndios conectam saúde, escolas, parques, água e mobilidade. A pauta deve antecipar baixa umidade, queimadas, crise hídrica e jornalismo de serviço.
fontes: Inmet, MapBiomas, Ibram-DF e ANA
13. esporte
Futebol, corridas, ciclismo, esportes urbanos e centros olímpicos revelam hábitos de saúde, juventude e ocupação do espaço público. Corridas de rua e eventos comunitários podem ser bons termômetros de cidade.
fontes: Ministério do Esporte, GDF e CBF
14. pets
Número de animais, gastos, clínicas e humanização dos pets devem ser conectados a apartamentos, envelhecimento, solidão e renda. É um tema de afeto, consumo, serviços e convivência em condomínio.
fontes: Abinpet, Instituto Pet Brasil e IPEDF/PDAD
15. tecnologia
Internet, IA, streaming, redes sociais e smart TVs mostram como o DF acessa serviço público, trabalho, educação e entretenimento. O CIIA-DF torna IA uma pauta institucional, não apenas tendência global.
fontes: Cetic.br, TIC Domicílios, CGI.br, DataReportal e CIIA-DF
16. consumo de mídia
TV aberta, streaming, rádio, podcasts, YouTube, TikTok e credibilidade devem ser lidos como ecossistema. A questão central é em qual momento da rotina cada tela ganha relevância e confiança.
fontes: Kantar Ibope Media, TGI, Inside Video e Globo Pesquisa
17. comportamento
Felicidade, solidão, família, religião, masculinidades, geração Z, consumo, alimentação e relacionamentos ajudam a traduzir números em vida real. O radar deve buscar tensões, não apenas preferências.
fontes: Ipsos, DataSenado, Quaest, Opinion Box e AtlasIntel
18. política
Perfil eleitoral, participação política e confiança nas instituições precisam separar Brasília institucional do DF cotidiano. O ideal é cruzar voto, território, religião, renda, escolaridade e consumo de mídia.
fontes: TSE, Câmara Legislativa, Senado e DataSenado
19. conteúdo local
Produção audiovisual, influenciadores, podcasts, cinema brasiliense e música local ajudam a mapear quem cria repertório sobre o DF. O próximo passo é montar um inventário próprio de creators e comunidades.
fontes: Globo DF, Globoplay, Ancine, OCA e BRAVI
20. tendências
mensal
Monitorar o que viraliza no DF: expressões, eventos, memes locais, mudanças de hábito, tecnologias emergentes e assuntos de bairro que sobem nas redes. Reddit, TikTok e buscas ajudam a captar sinais, mas a publicação final precisa sempre de checagem.
fontes: Google Trends, TikTok Creative Center, Meta, YouTube Culture & Trends, Pinterest Predicts, Think with Google e Reddit com checagem